Segundo Flávio Gikovate, psiquiatra, “amor e inveja derivam da mesma fonte: a admiração. Porém, na prática, a inveja é a emoção que mais frequentemente se manifesta, especialmente quando as diferenças entre as pessoas são mais marcadas. Para que a admiração resultasse em amor seria necessário que as pessoas em geral estivessem relativamente bem consigo mesmas, de modo a não se sentirem humilhadas, agredidas pelas competências especiais das outras”.
Pois é, e o invejoso geralmente ataca de forma agressiva. Recentemente, com boas novas acontecendo em minha vida fiquei horrorizada com a perseguição e a quantidade de ataques que recebi. Obviamente, não perdi meu precioso tempo ou me deixei abalar por comentários e ações de destes infelizes. Afinal, estes não valem um segundo do nosso tempo, não é mesmo?
De certo modo este evento me mostrou algo muito importante: Ainda existem amigos verdadeiros. Aqueles que nos apóiam, ficam felizes com a nossa felicidade e sabem compartilhar as alegrias de momentos importantes.
Bem, quanto aos invejosos eles são apenas ignorados e excluídos até aprenderem uma lição importante: Parar de olhar para os outros e começar a olhar para si e, sobretudo ser responsável por sua própria felicidade.
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